A partir da metáfora de um jogo indiano (mahalila – o jogo da vida), a peça transita na fronteira entre a ficção e a realidade, entre o palco, a platéia, os personagens e os atores. Histórias fragmentadas, narrativas não lineares, momentos e movimentos compõem uma dramaturgia que aponta para a interface entre o destino e o acaso, onde um macrocosmo (coletivo) é desenhado por microcosmos (pessoais) celebrando o mistério de simplesmente estarmos vivos.
O Teatro, a Dança e a Música a serviço do encontro de dois mundos muito próximos e distantes: o dos surdos e dos ouvintes. Através da exploração de Cultura Surda através do corpo e suas potências, a peça joga com sinestesias, apresentando o Universal no particular, dilatando pupilas para o ser humano.